Considere possibilidades...
Encontre-se num dilema.
Por Perto
(John/Fernanda Takai)
Num velho disco a vida se desfaz
Em poucos minutos
Pra onde aquele tempo te levou
Também vou
Pode ser numa canção
Pode ser no coração
Eu só quero ter você por perto
Se é pra tocar o céu e me lembrar
Do canto de um anjo
Naquele empoeirado LP
Encontro você
Pode ser numa canção
Pode ser no coração
Eu só quero ter você por perto
Eu só quero ter você
Foi-se o tempo em que sozinho
Maltratei meu coração
Me contou um passarinho:
Tristeza é sem razão
Pode ser numa canção
Pode ser no coração
Eu só quero ter você por perto
Eu só quero ter você por perto
terça-feira, 20 de dezembro de 2005
Acertando as contas com o Bom Velhinho
Querido velho, vou começar este ano de uma forma conhecida como "bem direta": sim, eu fui uma boa menina.
E você pode acreditar!
Não é considerado muito comum o fato de minhas auto-avaliações creditarem alguns pontos a meu favor. Contudo, sei que atualmente as palavras deixaram de ter o peso de outrora, no qual carregavam honra e eram Palavras. Não entremos no mérito da questão. O caso é que apesar de ser um tanto incrédula e seguir, por assim dizer, uma moral um tanto prática e de clã, perante esta moral - e alguns podem testemunhar a favor - não falhei em aspectos graves (porque afinal de contas ainda não deixei de ser uma humana e, por isso mesmo, ainda não deixei de pecar em algumas coisinhas).
Mas tudo bem, sei que o Senhor, sendo assim de tão bom coração, há de perdoar as tais pequeninas falhas. Claro, prometo diminuí-las no próximo ano.
Parece de praxe os pedidos endereçados ao Pólo nesta época do ano, e não vou desperdiçar mais o seu valioso tempo com palavrórios e balelas.
A boa menina aqui precisa de uma recompensa (porque também já se vai longe o tempo em que as pessoas acreditavam na despretensão humana).
A recompensa não é de tão alto valor quanto poderia eu exigir, já que pareço convencida do merecimento.
Dá pra responder as porcarias das minhas cartas e deixar este mistério de lado? Pô! Tá ficando verdadeiramente chato! Não que eu não esteja satisfeita, veja bem. Às vezes você até acerta algumas, mas se este ano não rolar algo mais real, esqueça! Es-que-ça!
Querido velho, vou começar este ano de uma forma conhecida como "bem direta": sim, eu fui uma boa menina.
E você pode acreditar!
Não é considerado muito comum o fato de minhas auto-avaliações creditarem alguns pontos a meu favor. Contudo, sei que atualmente as palavras deixaram de ter o peso de outrora, no qual carregavam honra e eram Palavras. Não entremos no mérito da questão. O caso é que apesar de ser um tanto incrédula e seguir, por assim dizer, uma moral um tanto prática e de clã, perante esta moral - e alguns podem testemunhar a favor - não falhei em aspectos graves (porque afinal de contas ainda não deixei de ser uma humana e, por isso mesmo, ainda não deixei de pecar em algumas coisinhas).
Mas tudo bem, sei que o Senhor, sendo assim de tão bom coração, há de perdoar as tais pequeninas falhas. Claro, prometo diminuí-las no próximo ano.
Parece de praxe os pedidos endereçados ao Pólo nesta época do ano, e não vou desperdiçar mais o seu valioso tempo com palavrórios e balelas.
A boa menina aqui precisa de uma recompensa (porque também já se vai longe o tempo em que as pessoas acreditavam na despretensão humana).
A recompensa não é de tão alto valor quanto poderia eu exigir, já que pareço convencida do merecimento.
Dá pra responder as porcarias das minhas cartas e deixar este mistério de lado? Pô! Tá ficando verdadeiramente chato! Não que eu não esteja satisfeita, veja bem. Às vezes você até acerta algumas, mas se este ano não rolar algo mais real, esqueça! Es-que-ça!
sexta-feira, 9 de dezembro de 2005
Lendo os mesmos livros. Ouvindo os meus CDs de sempre.
Dormindo um pouco mais (aliás, dormindo bem mais do que as outras coisas todas).
Blá, blá, blá...
Afinal, nada de grandes revoluções.
Nem resoluções.
Meu ócio é um modo semivegetativo mesmo.
Poupando minha existência.
Assim vou.
Acordando Mariana, dormindo a mesma.
*sinceramente não gosto do que acabei de escrever, é assim... sem graça. mas a responsabilidade é minha. pretendia dizer sobre algumas coisas que combinam - um tanto piegas como... feijão com arroz, sabe? - mas não importa mais. não queria nada melancólico, nem abertamente acusador. não queria pôr em evidência o versinho insistente - até mesmo porque seria repetitivo. não, não, não. nada dos outros. eu, pra variar. e, se é possível tamanho egocentrismo, tá aí um compêndio cru da maneira tipicamente minha de estar bem. Eu disse que era sem graça.
Dormindo um pouco mais (aliás, dormindo bem mais do que as outras coisas todas).
Blá, blá, blá...
Afinal, nada de grandes revoluções.
Nem resoluções.
Meu ócio é um modo semivegetativo mesmo.
Poupando minha existência.
Assim vou.
Acordando Mariana, dormindo a mesma.
*sinceramente não gosto do que acabei de escrever, é assim... sem graça. mas a responsabilidade é minha. pretendia dizer sobre algumas coisas que combinam - um tanto piegas como... feijão com arroz, sabe? - mas não importa mais. não queria nada melancólico, nem abertamente acusador. não queria pôr em evidência o versinho insistente - até mesmo porque seria repetitivo. não, não, não. nada dos outros. eu, pra variar. e, se é possível tamanho egocentrismo, tá aí um compêndio cru da maneira tipicamente minha de estar bem. Eu disse que era sem graça.
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