quarta-feira, 6 de setembro de 2006

Tormento antigo: páginas 474-475, nas quais dei por concluída a jornada errante...
E de quando em quando é preciso recorrer a estas páginas marcadas pela dobradura superior.

"Diante dele havia um céu brilhante, embaixo um lago, ao redor um horizonte claro a não acabar mais. Ficou muito tempo a olhar e atormentar-se. Agora recordava que havia estendido as mãos naquele azul claro e sem fim e chorado. Atormentava-o o fato de que ele era totalmente estranho àquilo tudo. Que festim é esse, que grande e sempiterna festa é essa que não tem fim e que há muito o vem arrastando, sempre, desde a infância, e à qual ele não encontra meio de juntar-se. Toda manhã nasce esse mesmo sol claro; toda manhã há arco-íris na cachoeira; toda tarde a montanha nevada, a mais alta de lá, ao longe, nos confins do céu, arde em uma chama purpúrea; cada 'pequena mosca, que zune ao seu lado na réstia quente do sol é uma participante de todo esse coro: conhece o seu lugar, gosta dele e é feliz'; cada pé de relva cresce e é feliz! E tudo tem o seu caminho, e tudo conhece o seu caminho, sai cantando e chega cantando; só ele não sabe de nada, não compreende nada, nem as pessoas, nem os sons, é estranho a tudo e é um aborto. Oh, ele, é claro, não pôde falar naquele momento com essas mesmas palavras e externar a sua pergunta; atormentava-se de forma surda e muda; mas agora lhe parecia que dissera tudo isso e naquela ocasião, todas essas mesmas palavras, e que a respeito daquela "mosca" Hippolit falara com palavras dele mesmo, de suas palavras e lágrimas naquele momento. Ele estava certo disso e, sabe lá, seu coração batia movido por esse pensamento..." (Dostoiévski, 2002)


-Confusa-

[>] Carta - Toranja

sábado, 26 de agosto de 2006

é... meu sobrinho nasceu!
e isso muda tudo.
preciso acreditar em um zilhão de coisas e mostrar a ele que vale à pena.

obviamente ele é lindo.
A boa filosofia(?) de carteiras rabiscadas me chama a atenção.
Elas, em parte, ignoram regras filosóficas em geral e somente são designadas como tais pra ficar bonitinho.
Lendo, digamos, de maneira ingênua e preconceituosa, não parece mesmo ter um mínimo aproveitável naquilo tudo. Meio borrado, meio escrito certo meio completamente errado, mas no fundo (e bem mais adiante) percebe-se um certo grau de 'tá bom cara, o tédio realmente é uma bosta'.
Na verdade, creio eu, que para ser um bom filósofo de carteira não é preciso ter uma idéia genial, bons paradigmas ou premissas fundamentais, basta tomar um porre de 4 horas de aula em jejum. Imaginou?
Eu absolutamente compreendo.

"Corpo num lugar/Mente em um outro/Foda-se."
(de um desconhecido filósofo de carteiras rabiscadas)

terça-feira, 8 de agosto de 2006

|em horário de permanência em estágio voluntário (eu não sou um amor?)
|permanecendo...
|nota mental: ¬¬
|segunda nota mental: não utilizar um computador alheio para escrever, não funciona.
|sem serviço de comentários, porque nem o blogger.com me suporta
|cbox é o que há! vão ali e experimentem, é fácil e você pode continuar comentando

segunda-feira, 24 de julho de 2006

|festival de inverno de antonina experiência que ultrapassa os limites do nonsense e da higiene pessoal contudo da qual não se sai sem querer voltar obviamente após um período mínimo de recuperação dos pré-requisitos básicos da espécie homo sapiens

|santa catarina-praia dos ingleses-escaladas de dunas em ritmo sedentário com espaçadas ultrapassagens de arbustos espinhosos um verão em pleno inverno uma cor não pálida no corpo com conseqüente diminuição do aspecto doentio-apático-anêmico praticamente dominante na antiga versão

|saldo de uma semana para revisões médicas procrastinadas bem como para avaliação do atual quadro geral e possíveis procrastinações para semestre vindouro

|sem estímulos áudios visuais pontuações ou demais firulas

quinta-feira, 29 de junho de 2006

Caos define bem o que tem sido minha família atualmente.E eu quero mandar quatro pessoas beberem no ânus.
Então aí vai: ei vocês, vão beber no ânus!

Civilizadamente não dá mais.

sexta-feira, 23 de junho de 2006



Eu que sou só coração.
Não aprendi quase nada.
Se pudesse apenas aprender desse eu que sou só coração...
Nem alegre. Nem triste. Não seria mais valente.
Não encontraria a dor.
Eu que sou só coração, não aprendi nada de mim.

Mas não.
Não há como ser racional ao sentir e pensar que, no fim, talvez se encontre a medida certa.
Eu saí por aí, certa de que poderia segurar tudo sozinha.
Segure um pouco mais a pedra.
Eu nem sei mais o que é ser diferente.
E pode não parecer, mas é horrível e tremendamente assustador ver as coisas daqui de dentro de mim.
E eu precisava dizer: "(...) não consigo mais levar adiante".
Eu quero acreditar mais.
E construir segurança.

Encontre-me na virada da segunda/terceira estrofe de Try.
Um lugar confortável.

[Gotta keep hold of this here feeling
I gotta keep hold of this here feeling
I have gotta keep hold of this here feeling]

Loneliness, don’t come around here
I’ve boarded up all the doors
There’s nothing to give no more
I recall, a time when I knew it all
Wish someone done me wrong
So I can then do no wrong

But if you try to keep moving on
And it seems like it’s always so hard
But if you left me
Darling I know I’ll be found
And if you need me
Don’t you let me know
It’s alright…

Maybe I, had too little love to realise
All that I tried to give
Could never, ever be enough
But if you try to keep moving on
And it seems like it’s always so hard
But if you left me
Darling I know I’ll be found
And if you left me

And if you try
Oh and if you try
Oh and if you try, try
Oh and if you try, try
Oh and if you try, try
Oh and if you try...

(The Magic Numbers)

terça-feira, 20 de junho de 2006

"Usado corretamente o perigo tem um importante significado como medida de precaução".
Outro biscoito da sorte.
Biscoito mau!
Muito mau!

sábado, 3 de junho de 2006

Enquanto você pensa que fica por isso mesmo e paga pra ver...
Eu proponho um pouco mais de drama.
Porque afinal de contas este é o objetivo.
Por que o que sou eu se não um pouco de consciência responsável e uma parte extraordinariamente maior de um âmago querendo atenção?
Ha-ha-ha.
Mais drama, porque hoje o play tem girl power.
Drama: Alanis em seu Supposed Former Infatuation Junkie implorando "that I would be loved / even when I numb myself" e esquecendo a parte das desculpas "how about grieving it all one at a time", esquece isso... coisa de garotinha educada.
Mais vodka pra acabar com o arrependimento.
Ruminando...
Horas experimentando o léxico apropriado.
Encaro isso como um processo criativo.
Se não eu, quem mais não é mesmo?
Porém, sem mais delongas, dizer que uma garrafa de vodka, uma calçada imunda, um papo de bêbado e um Janis Joplin gritado do fundo [da lama, não da alma] são excessivamente atraentes,
pode parecer direto demais, deprimente demais, "Exagero!".
É... Veja você!

quinta-feira, 25 de maio de 2006

fugir
daqui
de
dentro
pra
não
mais
voltar


Se o mundo for desabar sobre a sua cama
E o medo se aconchegar sob o seu lençol
E se você sem dormir
Tremer ao nascer do sol
Escute a voz de quem ama
Ela chega aí

Você pode estar tristíssimo no seu quarto
Que eu sempre terei meu jeito de consolar
É só ter alma de ouvir
E coração de escutar
Eu nunca me canso do uníssono com a vida

Eu sou
Sou seu sabiá
Não importa onde for
Vou te catar
Te vou cantar
Te vou, te vou, te vou, te dar

Eu sou
Sou seu sabiá
O que eu tenho eu te dou
Que tenho a dar?
Só tenho a voz
Cantar, cantar, cantar, cantar
[Caetano Veloso - Sou Seu Sabiá]

sexta-feira, 19 de maio de 2006

Os 4 Sentidos

Pessoa, Espaço, Fato, Decisão.
Meu lugar.
Meu lugar!
Meu lugar...
Meu lugar?
Antes que eu mesma queira entender...
Primeiro porque a sucessão do fracasso realmente ensina: Nunca mais isso! Nunca mais aquilo!
Segundo porque, mesmo que eu seja suficientemente persistente e acabe por ignorar o primeiro passo, o cansaço sempre acomete os cautelosos primeiro, os teimosos em seguida.
Terceiro porque, p*! Vai ser burra assim lá na pqp!
Atualmente tenho tentado desejar o que está naturalmente em vias de acontecer.
Como por exemplo, uma tarde de sol atravessando a janela da sala pra que eu possa me deitar sob a esperança de uma seqüência de tardes iguais a essa.
Só isso.

quinta-feira, 18 de maio de 2006


Los Hermanos (06.05.2006)

Os jornais costumam se referir aos fãs de Los Hermanos como uma legião emocionada de seguidores que cantam com os olhos fechados...
... Eu devo me sentir uma idiota comum?
... Sim, eu devo!

... E na bagagem pra ilha deserta... 4 seria "O" cd... Sem sombra de dúvida.

... É perfeito justamente porque é inexplicável.

... E quando vai ter outro?! o.O

segunda-feira, 1 de maio de 2006


23.06.2005
"Eu sei é um doce te amar...O amargo é querer-te pra mim" :D

Faltam 5 dias...

"Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu nariz"
[Caravana do Confete - 23.06.2005 - Show do Los Hermanos]

segunda-feira, 24 de abril de 2006

- Ocasião perdida?
- É.
- Ainda a mesma dúvida?
- É. Aquela...
[longa pausa]... Você vai me criticar, por que você teria coragem?
-Não. Eu não me meto nos assuntos do Ato... também não te julgo... e você sabe.
- É. Mas se isso te deixa feliz... faltou pouco dessa vez.
- É, isso me deixa feliz. Deixa essa, eu gosto do The Magic Numbers.
(...) Quer dizer então que nós vamos ver Los Hermanos?
- É. Isso ME deixa feliz!


Rafa, Bru e Má

Eu adoro essas meninas.
Mesmo em situações desastrosas... Eu as adoro!
[Eu sabia que não ia dar certo, mas eu sabia que ia ser no mínimo uma hilariante amostra da nossa falta de jeito]

domingo, 9 de abril de 2006

Feliz na medida da normalidade, incompleta como normalmente, resfriada como não é de costume, tentando ultrapassar o momento crítico do domingo - afinal acho que dele depende quase toda a minha semana - e principalmente cantarolando versos de outrem.
Domingo é angustiante, segundas são terríveis!
Mas não me importo, porque muito em breve tudo isso será nada mais que um pesadelo! (Sim, é porque eu vou ver Los Hermanos :D)

Enquanto isso, macaquinhos no sótão...

Temporada das Flores
(Leoni)

Que saudade agora me aguardem,
Chegaram as tardes de sol a pino,
Pelas ruas, flores e amigos,
Me encontram vestindo meu melhor sorriso,
Eu passei um tempo andando no escuro,
Procurando não achar as respostas,
Eu era a causa e a saída de tudo,
E eu cavei como um túnel meu caminho de volta.

Me espera amor que estou chegando,
Depois do inverno a vida em cores,
Me espera amor nossa temporada das flores.

Eu te trago um milhão de presentes,
Que eu achava que já tinha perdido,
Mas estavam na mesma gaveta,
Que o calor das pessoas e o amor pela vida...

Me espera estou chegando com fome,
Preparando o campo e a alma pra as flores,
E quando ouvir alguém falar no meu nome,
Eu te juro que pode acreditar nos rumores.

Me espera amor que estou chegando,
Depois do inverno a vida em cores,
Me espera amor nossa temporada das flores.


Sakura & Li


Perfeitos!
Amo!
- Bem?
- (...) em meu melhor estilo Loser!
- Hum...
- Que foi? Não é ruim... mas não quero pra sempre. É divertido (às vezes demais).
- Mas você não quer pra sempre né???
- Não... não quero.

{o que importa mesmo} Eu vou ver Los Hermanos muito em breve!{/o que importa mesmo}

Sabe quando a gente dirige nosso pensamento e repete: "Hoje não, hoje não, hoje definitivamente NÃO".
Pois é! Isso nunca funciona comigo!

{o que importa mesmo} Eu vou ver Los Hermanos muito em breve!{/o que importa mesmo}

quinta-feira, 23 de março de 2006



Claire & Drew


- (...) Eu e Eu contra mim...
É mais ou menos quando você é seu próprio impedimento.
Pode ser eu x vida x eu... se bem que aí muda a perspectiva... fica mais ou menos como:eu que não quero a vida que também não me quer, mas como eu a rejeito ela me dá uma chance...
- [hã?!] Ou eu não vi o mesmo filme que você ou você precisa começar a entender o filmes que a gente vê!
- Também!

[12h mais tarde]

- Sabe... não me importo com o fato da essência ser a mesma de sempre. Não... isso não é ruim, eu gosto de pensar que vamos ter um final feliz. Mas é o quê "tá isso não existe" relacionada a situação e o fato de "tá... é isso mesmo!" quanto ao carinha, quanto a gente sabe... caramba! É assim que eu me sinto! Poxa! Não sempre, mas às vezes...
- O que foi? Eu estava tentando escutar aquela pessoa ali na frente! Pode não parecer, mas é bem menos repetitiva que você!
- O mocinho... ah... você não se sente como ele de vez em quando?
- Repete comigo... Aula, aula, aula, aula!!!
- Sem graça!

[5 minutos? Nem isso]

- Vai dizer que nem da trilha sonora você gostou? hein???
- zzz
- Sem graça!

sexta-feira, 3 de março de 2006

o.O
Medo de ter que voltar pras minhas coisas. Pra minha rotina.
Um monte de pequenas dúvidas.
E a gente nem pode implorar por compreensão e tempo.

Agora: Serenidade.
Por enquanto nada mais faz muito sentido. Apenas lampejos de lucidez.
Nos outros momentos (mais interessantes talvez) eu me ocupo em entender minhas fixações em certas coisas.
Dostoiévski está enfiando o dedo na minha cara e berrando: "Você é uma Idiota!"
Pra variar meu silêncio pretende concordar com Ele nos mais amplos e mínimos detalhes.

Fixação 1:



Ennis & Jack


Fixação 2:



Lizzie & Mr. Darcy



Fixação 3: As trilhas sonoras.
É... mudar um pouco o ar que inspiro me faz um bem enorme, indescritível.
Ter que voltar é sempre mais difícil.

"My tendency to want to hide away feels easier and
The tendency is picturing another place comforting to go"

*e Bru... muitissíssimo obrigada!
Foi maravilhoso e, em alguns aspectos, bizaaaarrooooo!(rs!)

segunda-feira, 30 de janeiro de 2006

Wunderkind

Oh perilous place
Walk backwards toward you
Blink disbelieving eyes chilled to the bone
Most visibly brave
No apprehended bloom
First to take this foot to virgin snow

I am a magnet for all kinds of deeper wonderment
I am a wunderkind oh
I live the envelope pushed far enough to believe this
I am a princess on the way to my throne
destined to serve
destined to roam

Oh ominous place
Spellbound and un-childproofed
My least favorite chill to bear alone

compatriots in place
they’d cringe if I told you
our best back pocket secret: our bond full blown

I am a magnet for all kinds of deeper wonderment
I am a wunderkind oh
I am a pioneer naïve enough to believe this
I am a princess on the way to my throne
destined to seek
destined to know

most beautiful place
Reborn and blown off roof
My view: about face weather, great will be done

I am a magnet for all kinds of deeper wonderment
I am a wunderkind oh
I am a groundbreaker naïve enough to believe this
I am a princess on the way to my throne

I am a magnet for all kinds of deeper wonderment
I am a wunderkind oh
I am a joan of arc and smart enough to believe this
I am a princess on the way to my throne
destined to reign, destined to roam
destined to reign….destined to roam…


(Alanis Morissette - soundtrack from the Chronicles of Narnia movie)
* Portanto altamente suspeita pra comentar qualquer coisa a respeito da música...
Conta-se que há muito tempo quando uma criança nascia, havia em seu interior um pequeno órgão no qual podia-se encontrar uma grande quantidade de minúsculas crisálidas.
Os anciãos acreditavam que este era o mais importante órgão do corpo humano, o centro de todo o equilíbrio, e que, portanto, operava-se ali o maior dispêndio de energia de todo o organismo. Na verdade, ele era considerado o órgão da vida.
Dizia-se que para cada novo ciclo vital ou mesmo para cada novo aprendizado, duma eclosão nascia uma borboleta, um sinal de sabedoria e amadurecimento. Representava a metamorfose do ser e com ela desprendia-se uma parte de nossa innocentia.
Segundo os sábios a troca era justa e encerrava a própria essência do equilíbrio: as conquistas advinham de um sacrifício, uma perda irreparável, porém necessária; uma supressão em favor do propósito.
Quando a Terra era jovem e o Homem acreditava no bom senso de seus sábios avós, era possível flagrar um bando em discreta Retirada e sabia-se que depois disso O Dono das Borboletas jamais retornaria para as coisas de outrora, todas elas, de certa maneira, já não eram as mesmas, pois ele próprio já não o era.
Como geralmente acontece com o passar das eras, o conhecimento antigo foi sendo gradualmente esquecido ou, por vezes, denegado.
Porém há ainda aqueles que acreditam possuir crisálidas a eclodir e podem, de vez em quando, perceber pequenas borboletas ao redor.
Para estes, ainda resta a esperança de que a morte representa a escassez do equilíbrio, um afinal adquirir puras asas de innocentia.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2006

Tô matando saudade.
Dá muito trabalho!
Mainha gosta de dizer que nós não podemos viver eternamente presos ao passado.
No fundo, chego a perceber que nem mesmo ela acredita muito nisso.
Passados 10 anos desde o PDV do Banco do Brasil, é estranho pensar em mim e impossível não implorar pra saber como seria se não tivesse acontecido.
Não me peçam pra esquecer, nem por um segundo... é pedir pra que renuncie a parte da minha vida que julgo ser a melhor.
Algumas pessoas acham que têm o poder de permanecerem imunes a muitos acontecimentos e que têm a garantia de estabilidade eterna.
Eu gostaria que eles realmente os possuísse, porém que os tivesse adquirido de forma digna ou, no mínimo, menos repulsiva.
Queria ter a oportunidade de dizer-lhes um desaforozinho de nada...
F*! F*! F*!
Nem tanto por nós, mas por muitas pessoas queridas.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2006


Reler O Senhor dos Anéis é maravilhoso.
Tem sido como redescobrir os motivos do meu amor incomensurável.
Um grande brinde a Tolkien - "The Professor"!
(John Ronald Reuel Tolkien: 03/01/1892 - 02/09/1973)
Meus dias: O Senhor dos Anéis, Los Hermanos, O Senhor dos Anéis, Los Hermanos... Assim constantemente.
Alguns diriam que é pouco e medíocre.
Eu digo que poderia ter um pouco mais de sol lá fora.
Mas ler O Senhor dos Anéis e ouvir Los Hermanos em dias de chuva também é assaz agradável!