quinta-feira, 29 de junho de 2006

Caos define bem o que tem sido minha família atualmente.E eu quero mandar quatro pessoas beberem no ânus.
Então aí vai: ei vocês, vão beber no ânus!

Civilizadamente não dá mais.

sexta-feira, 23 de junho de 2006



Eu que sou só coração.
Não aprendi quase nada.
Se pudesse apenas aprender desse eu que sou só coração...
Nem alegre. Nem triste. Não seria mais valente.
Não encontraria a dor.
Eu que sou só coração, não aprendi nada de mim.

Mas não.
Não há como ser racional ao sentir e pensar que, no fim, talvez se encontre a medida certa.
Eu saí por aí, certa de que poderia segurar tudo sozinha.
Segure um pouco mais a pedra.
Eu nem sei mais o que é ser diferente.
E pode não parecer, mas é horrível e tremendamente assustador ver as coisas daqui de dentro de mim.
E eu precisava dizer: "(...) não consigo mais levar adiante".
Eu quero acreditar mais.
E construir segurança.

Encontre-me na virada da segunda/terceira estrofe de Try.
Um lugar confortável.

[Gotta keep hold of this here feeling
I gotta keep hold of this here feeling
I have gotta keep hold of this here feeling]

Loneliness, don’t come around here
I’ve boarded up all the doors
There’s nothing to give no more
I recall, a time when I knew it all
Wish someone done me wrong
So I can then do no wrong

But if you try to keep moving on
And it seems like it’s always so hard
But if you left me
Darling I know I’ll be found
And if you need me
Don’t you let me know
It’s alright…

Maybe I, had too little love to realise
All that I tried to give
Could never, ever be enough
But if you try to keep moving on
And it seems like it’s always so hard
But if you left me
Darling I know I’ll be found
And if you left me

And if you try
Oh and if you try
Oh and if you try, try
Oh and if you try, try
Oh and if you try, try
Oh and if you try...

(The Magic Numbers)

terça-feira, 20 de junho de 2006

"Usado corretamente o perigo tem um importante significado como medida de precaução".
Outro biscoito da sorte.
Biscoito mau!
Muito mau!

sábado, 3 de junho de 2006

Enquanto você pensa que fica por isso mesmo e paga pra ver...
Eu proponho um pouco mais de drama.
Porque afinal de contas este é o objetivo.
Por que o que sou eu se não um pouco de consciência responsável e uma parte extraordinariamente maior de um âmago querendo atenção?
Ha-ha-ha.
Mais drama, porque hoje o play tem girl power.
Drama: Alanis em seu Supposed Former Infatuation Junkie implorando "that I would be loved / even when I numb myself" e esquecendo a parte das desculpas "how about grieving it all one at a time", esquece isso... coisa de garotinha educada.
Mais vodka pra acabar com o arrependimento.
Ruminando...
Horas experimentando o léxico apropriado.
Encaro isso como um processo criativo.
Se não eu, quem mais não é mesmo?
Porém, sem mais delongas, dizer que uma garrafa de vodka, uma calçada imunda, um papo de bêbado e um Janis Joplin gritado do fundo [da lama, não da alma] são excessivamente atraentes,
pode parecer direto demais, deprimente demais, "Exagero!".
É... Veja você!