no céu outras e tantas estrelas.
um chão confortável a abraçar.
nem dores de corpo.
nem mágoas de alma.
cheiro de chuva... sem gotas caírem.
o vento sutil do farfalhar das asas de borboletas vermelhas.
o gosto de água.
não há som algum.
nem pensamentos.
nem tempo.
basta fechar os olhos do coração.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
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